Mostrando postagens com marcador Google. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Google. Mostrar todas as postagens

2011-07-07

Google lança ferramenta para gerenciar a reputação online

Recurso ajuda a entender. monitorar e administrar o que as pessoas veem quando pesquisam sobre você ou sobre a marca da sua empresa no Google.
Juan Carlos, IDG News Service

A Google acaba de lançar uma ferramenta para ajudar a monitorar menções ao seu nome e agir para proteger a reputação da empresa quando encontrar informações e referências questionáveis. Chamada “Me on the Web”, ela é direcionada a pessoas e empresas interessadas em rastrear referências online a seus nomes e informações que possam ser difamatórias, inapropriadas ou incorretas.

Como? Segundo a empresa, o “Me on the Web” simplifica a criação de alertas, gerando e-mails de notificação quando a ferramenta de busca do site encontra um termo específico em uma página de internet. Neste caso, as pessoas deveriam criar alertas para nomes, marcas e ou endereços de e-mail.
“Me on the Web” também gera links para dicas de como controlar quais informações terceirizadas são postadas sobre você na internet”, escreveu o Gerente de Produção, Andreas Tuerk, na última quarta-feira (15/06).

Para usar o ”Me on the Web”, é necessário ter uma conta na Google. Uma vez logado na conta, clique no link "Ver dados armazenados para esta conta" ao lado da opção "Painel de Controle" e na seção "Me on the Web" ou "Eu na Web" (caso tenha feito a opção pelo português como idioma padrão) clique em "Configurar alertas de pesquisa para os seus dados" e complete as informações solicitadas.

O aplicativo revela uma crescente preocupação com as menções individuais e a proliferação de informações nas redes sociais.

Por exemplo, já é comum que candidatos a uma vaga de emprego pesquisem na internet sobre a empresa e muitos fazem o mesmo depois de conhecer uma pessoa. Por isso, informações maliciosas ou incorretas podem custar oportunidades de emprego ou levar a uma má reputação entre conhecidos.

2011-06-05

Mea Culpa…

Falhamos com o Facebook, diz Google.

Schmidt afirmou que existe hoje uma pressão no Google para o desenvolvimento de uma nova rede social

São Paulo - O conselheiro do Google, Eric Schmidt, afirmou que a empresa falhou em não levar o Facebook a sério quatro anos atrás quando ele era o CEO do serviço de buscas.

A fala foi feita durante a D: All Things Digital Conference, que aconteceu ontem na Califórnia, nos Estados Unidos. Na época, o Facebook contava com cerca de 20 milhões de usuários.

Hoje, a rede social supera os 600 milhões e se tornou uma máquina de receita baseada em publicidade. O Brasil é o país onde o Facebook mais cresce atualmente.

De acordo com o jornal inglês The Telegraph, Schmidt afirmou que existe hoje uma pressão no Google para o desenvolvimento de uma nova rede social. “Eu acredito que a indústria como um todo se beneficiária de uma alternativa ao Facebook”, disse o ex-CEO.

Como alternativa, o Google pode lançar ainda hoje o botão +1, possível embrião de uma nova rede social. Schmidt também confirmou que o Facebook negou por diversas vezes se tornar um parceiro do Google, dando preferência à Microsoft.

Em outubro de 2007, a empresa de Bill Gates comprou 1,6% do Facebook por 240 milhões de dólares. Hoje, o valor do Facebook é estimado em 50 bilhões de dólares. Outro problema para o Google em relação ao Facebook é a impossibilidade de indexar o conteúdo compartilhado por seus usuários.

2011-04-26

Google sabe a localização do seu roteador Wi-Fi, diz jornal

 . Foto: AP

Como todos sabem, o Google tem um imenso mapa graças aos dados que coleta para o Street View, Maps, Earth e por aí vai. O que os usuários não sabiam ainda é que nesse gigantesco mapa pode estar a localização do seu roteador Wi-Fi. É o que diz o The Guardiannesta segunda-feira. De acordo com o jornal britânico, ao tirar fotos das ruas, das casas, das lojas e também das redes Wi-Fi para compor o seu Google Street View, por exemplo, o Google pode ter coletado informações de redes de Wi-Fi abertas que foram encontradas pelo caminho.

A informação vem à tona menos de uma semana depois que dois pesquisadores de segurança descobriram que o iPhone e o iPad mantém gravados no aparelho as informações de todos os lugares em que você esteve e que outros pesquisadores divulgaram que os dispositivos com Android fazem a mesma coisa.

Utilizando o Android Map (http://samy.pl/androidmap/), sistema desenvolvido pelo hacker e analista de segurança Samy Kamkar - que assim como Magnus Eriksson mostrou ao mundo que também o Android coleta informações de localização -, o usuário pode descobrir se seus dados foram copiados. Para tanto, basta ter acesso de administrador ao roteador e possuir o endereço MAC da rede. Alguns dos dados coletados são país, região, município, cidade, rua, número e código postal.

Conforme Kamkar explica em seu site, o Android Map expõe os dados que o Google recolhe a partir de praticamente todos os dispositivos Android e dos carros do Street View através do wardriving, pratica de procurar por redes sem fio dirigindo um automóvel. Quando o dispositivo dentro do carro ou um telefone encontra uma rede Wi-Fi, codificada ou não, ele enviam um BSSID (endereço MAC) do roteador, a força do sinal e as coordenadas de GPS até a nave mãe. E, pronto, os dados do seu roteador Wi-Fi estão nas mãos do Google.

Tais revelações sobre a Apple geraram polêmica sobre a privacidade dos dados dos usuários, se é que ela existe. Na quinta-feira, o congressista americano Edward J. Markey enviou uma carta ao executivo-chefe da Apple, Steve Jobs, na qual questionava as políticas de proteção de dados da empresa. "Estou preocupado com as consequências desta característica em relação à privacidade dos indivíduos", disse Markey, que exigiu que a Apple respondesse a suas perguntas até 12 de maio. Quanto ao Google e ao seu sistema operacional Android,parece que nenhuma providência foi tomada ainda.

    2011-04-25

    Assine o Chrome OS, do Google, e ganhe um notebook

    Informações não oficiais indicam que o Google pode vender o Chrome OS por meio de um sistema de assinaturas que vai incluir o computador e o software

    Mauricio Moraes, de

    O Google estaria se preparando para oferecer notebooks com o Chrome OS por meio de um sistema de assinaturas

    São Paulo - Rumores indicam que o Chrome OS pode chegar no meio do ano por meio de um sistema de assinaturas, na faixa de 10 a 20 dólares mensais.

    O site Neowin afirma ter ouvido de uma fonte confiável que os notebooks vão ser lançados entre o fim de junho e o início de julho deste ano. O usuário faria a assinatura e ganharia o hardware, que seria atualizado sempre que um novo modelo surgisse. Também receberia garantia contra defeitos. Para garantir conexão em 100% do tempo, o computador viria com um plano de dados de uma operadora.

    De acordo com o Neowin, não está claro se o modelo será adotado apenas para clientes do Google Apps ou se valerá para qualquer pessoa com uma conta Google. De uma forma ou de outra, seria uma estratégia extremamente agressiva e capaz de provocar danos à Microsoft – e que não sairia barata. O site afirma que os notebooks também poderão ser comprados e que o modelo de distribuição seria similar ao do Android, ou seja, sem vendas diretas do Google.

    Embora muita gente não bote fé no sistema operacional, seu desenvolvimento é uma das prioridades da empresa. Larry Page tem o desejo pessoal de fazê-lo dar certo e, com isso, tirar mercado do Windows e inaugurar uma nova era na computação. Isso ficou claro logo que ele assumiu o comando da companhia e reorganizou a gestão em seis áreas de produtos: o Chrome está entre elas e o escolhido para capitanear o time foi Sundar Pichai, diretamente envolvido com o Chrome OS desde o seu anúncio.

    Há alguns indícios de que o sistema está próximo de ser lançado. No Chromium OS, apareceu um canal estável recentemente. Também surgiu na última semana um aplicativo online, o Getting Started, que explica como funcionam os computadores com o sistema.

    2011-03-02

    Microsoft x Google: a guerra já começou

    cloudA interminável pressão para desafogar a estrutura de TI e assumir compromisso com a nuvem torna a já complicada vida dos CIOs uma paixão, no pior dos sentidos.

    Com o objetivo de dialogar com clientes que avaliam migrar determinados processo para a nuvem, a Microsoft acaba de publicar uma lista com os cinco itens mais abordados por empresas de TI quando chegada hora de migrar para cloud computing.

    Entre os itens mais relevantes estão o desejo por compromisso longo e duradouro com os provedores  de serviços e e garantias de desempenho e de segurança dos dados.

    Também entra na discussão a definição do tipo de parceria a ser formada. Seria uma contratação de serviços ou uma parceria comercial?

    Quem faz essas perguntas é o VP da Microsoft Online, Ron Markezich.

    As empresas anseiam por provedores com um longo histórico de competência e capazes de desenvolver um roadmap em longo prazo.

    A publicação pode ser uma resposta ao anúncio da Google de ter conquistado o cliente corporativo nº 3 milhões para sua plataforma de negócios e suítes colaborativas de produtividade.

    A Microsoft volta a acionar a antiga tecla do “estamos na nuvem a mais tempo que qualquer outra empresa, principalmente essa de nome Google”.

    A postura da Microsoft é compreensível. Ela tem feito enorme sucesso com sua suíte corporativa de produtividade online, (ex-BPOS) de nome Office 365. Mas, em dezembro de 2010, ao deixarem de fechar um negócio no valor de 6,7 milhões dólares em detrimento da adoção do Google Apps, a MS experimentou um golpe duro. As condições do contrato previam a migração de 17 mil contas de funcionários do governo que deixavam plataforma até então consagradas, como o Notes da IBM.

    Além disso, a Google fechou contratos com Estados dos EUA, como o Wyoming e interferiu em uma negociação entre a MS e o departamento de interior dos EUA, alegando que as condições da transação no valor de quase 50 milhões de dólares beneficiava a MS de forma irregular.

    Está bastante óbvio que estamos próximos a uma guerra na nuvem e que, no que tange a clientes governamentais, a Google leva a melhor. Será que tal sucesso vai se refletir nos contratos com corporações?

    Markezich transforma o Google em alvo contra o qual dispara as colocações que considera pertinentes aos CIOs na hora de escolher um provedor de cloud computing.

    Qual é o histórico de sucesso da empresa?

    “A Microsoft parte do princípio de que a migração para a nuvem deve ser norteada pelas demandas do cliente e não pelas possibilidades do provedor. E com a Google é assim também?”

    Quanto custa manter os colaboradores trabalhando?

    “A reposta para a questão do temor de empresas em assumir o Google Docs é respondida pelo pavor que têm em afastar os colaboradores do conhecido ambiente do Microsoft Office. Com pouca interoperabilidade e os limitados recursos do Google Docs, a solução da Google passa a ser excessivamente cara”.

    Como são suas políticas de privacidade?

    “Examine com cautela as políticas de privacidade. Há como determinar a qualquer momento onde estão localizados os seus dados? As soluções da Microsoft são desenvolvidas de baixo para cima, mantendo em vista sempre questões de segurança e longa experiência no atendimento de contas corporativas”.

    Roadmap em longo prazo

    “É comum que se vá dormir com alguns recursos do Google e que se acorde sem eles. Tais modificações geram confusão e custos perfeitamente dispensáveis. Na Microsoft, não tratamos os clientes como cobaias”.

    Para todos?

    “Nem todo mundo está sediado no Vale do Silício, cercado por computadores de alta performance e conexões de internet dignas da Nasa. Na verdade, o que os clientes querem são soluções para resolver as tarefas com tranqüilidade. Para tal, a MS oferece uma vasta gama de serviços feitos sob medida para cada pessoa e sua função nas empresas”.

    (Shane O'Neill)

    Fonte: CIO

    2011-02-06

    Google acusa o Bing de plágio e engenheiros batem boca ao vivo

    Por Klaus Junginger da ComputerWorld

    Segundo a Google, MS tem usado dados dos internautas que usam Internet Explorer com o recurso de Sites Sugeridos e/ou a barra do Bing ativados.

    Na manhã de ontem (terça), um post em que o Google denunciava a Microsoft por usar os resultados das buscas em seu site para gerar os resultados de pesquisas feitas no Bing incendiou a comunidade de search (profissionais de busca) do mundo todo.

    De acordo com o artigo publicado noSearchengineland, a Google havia armado uma arapuca para os engenheiros do Bing e poderem provar que o plágio estava ocorrendo.

    O que fez a Google
    Os engenheiros da Google foram instruídos a realizar buscas por termos inéditos, para os quais não havia resultado de busca, enquanto a empresa produzia páginas que atendessem apenas àquele termo. Ao verem que esse resultado estava sendo duplicado no Bing, tiveram certeza de que havia algum mecanismo informando ao buscador da Microsoft sobre a query (pesquisa) e que resultado teria de aparecer.

    Segundo a Google, o que a Microsoft tem feito é utilizar os dados repassados pelos internautas que usam Internet Explorer com o recurso de Sites Sugeridos e/ou a barra do Bing ativados.

    Em um debate transmitido ao vivo pela internet ontem de tarde pelo site BigThink, Matt Cutts, engenheiro chefe da equipe de webspam da Google, disse que dez laptops foram entregues aos engenheiros da empresa para o experimento. Do outro lado, o VP do Bing, Harry Shum, tentou se explicar.

    A defesa do Bing
    “Usamos a informação que os internautas nos deram em suas buscas e nosso objetivo era devolver uma SERP (página com resultados) que atendesse aos interesses deles”, disse Shum. Em uma manobra mea culpa, ele ainda afirmou que ambos, Google e Bing, usam o comportamento de busca do internauta nos sites rivais para compor seus algoritmos.

    Cutts reagiu com veemência. “Não usamos dados da busca no Bing para parametrar os resultados de busca no Google”, respondeu o engenheiro-chefe.

    A coleta de dados é feita com base em duas maneiras. O Bing possui uma barra de ferramentas que, uma vez instalada, colhe as informações de busca e de clique nos resultados. Já a Google há vários meses introduziu os resultados personalizados, em que grava as buscas e o comportamento e as vincula aos perfis da conta Gmail. Mas, para tal, o usuário tem de estar logado no serviço de email do Google, no Youtube ou  no Orkut. A outra forma de colher as informações de busca da Google é pela barra de ferramentas da empresa, também responsável por registrar o que foi procurado em sites de busca e qual resultado mais interessou ao internauta.

    Spam
    Para tentar revidar a acusação de Cutts, Shum tentou empurrar para cima do Google e sua plataforma de publicidade AdWords a responsabilidade por todo o spam (resultados irrelevantes) em buscas na web. “Vocês, na posição de líderes, deveriam combater o spam que o AdWords incentiva”, argumentou Shum. Na perspectiva do VP do Bing, os anúncios Google, presentes em vários sites e blogs, é o mecanismo que movimenta o surgimento de milhões de páginas por dia na internet. A Google cobra do anunciante cada vez que o anúncio é clicado ou exibido determinado número de vezes, dedicando parte dessa renda ao dono do site. Cutts disse que a empresa está revendo seu algoritmo para evitar esse tipo de "contaminação" dos resultados.

    2011-02-03

    Google acusa o Bing de plágio e engenheiros batem boca ao vivo

    Por Klaus Junginger da ComputerWorld

    Segundo a Google, MS tem usado dados dos internautas que usam Internet Explorer com o recurso de Sites Sugeridos e/ou a barra do Bing ativados.

    Na manhã de ontem (terça), um post em que o Google denunciava a Microsoft por usar os resultados das buscas em seu site para gerar os resultados de pesquisas feitas no Bing incendiou a comunidade de search (profissionais de busca) do mundo todo.

    De acordo com o artigo publicado noSearchengineland, a Google havia armado uma arapuca para os engenheiros do Bing e poderem provar que o plágio estava ocorrendo.

    O que fez a Google
    Os engenheiros da Google foram instruídos a realizar buscas por termos inéditos, para os quais não havia resultado de busca, enquanto a empresa produzia páginas que atendessem apenas àquele termo. Ao verem que esse resultado estava sendo duplicado no Bing, tiveram certeza de que havia algum mecanismo informando ao buscador da Microsoft sobre a query (pesquisa) e que resultado teria de aparecer.

    Segundo a Google, o que a Microsoft tem feito é utilizar os dados repassados pelos internautas que usam Internet Explorer com o recurso de Sites Sugeridos e/ou a barra do Bing ativados.

    Em um debate transmitido ao vivo pela internet ontem de tarde pelo site BigThink, Matt Cutts, engenheiro chefe da equipe de webspam da Google, disse que dez laptops foram entregues aos engenheiros da empresa para o experimento. Do outro lado, o VP do Bing, Harry Shum, tentou se explicar.

    A defesa do Bing
    “Usamos a informação que os internautas nos deram em suas buscas e nosso objetivo era devolver uma SERP (página com resultados) que atendesse aos interesses deles”, disse Shum. Em uma manobra mea culpa, ele ainda afirmou que ambos, Google e Bing, usam o comportamento de busca do internauta nos sites rivais para compor seus algoritmos.

    Cutts reagiu com veemência. “Não usamos dados da busca no Bing para parametrar os resultados de busca no Google”, respondeu o engenheiro-chefe.

    A coleta de dados é feita com base em duas maneiras. O Bing possui uma barra de ferramentas que, uma vez instalada, colhe as informações de busca e de clique nos resultados. Já a Google há vários meses introduziu os resultados personalizados, em que grava as buscas e o comportamento e as vincula aos perfis da conta Gmail. Mas, para tal, o usuário tem de estar logado no serviço de email do Google, no Youtube ou  no Orkut. A outra forma de colher as informações de busca da Google é pela barra de ferramentas da empresa, também responsável por registrar o que foi procurado em sites de busca e qual resultado mais interessou ao internauta.

    Spam
    Para tentar revidar a acusação de Cutts, Shum tentou empurrar para cima do Google e sua plataforma de publicidade AdWords a responsabilidade por todo o spam (resultados irrelevantes) em buscas na web. “Vocês, na posição de líderes, deveriam combater o spam que o AdWords incentiva”, argumentou Shum. Na perspectiva do VP do Bing, os anúncios Google, presentes em vários sites e blogs, é o mecanismo que movimenta o surgimento de milhões de páginas por dia na internet. A Google cobra do anunciante cada vez que o anúncio é clicado ou exibido determinado número de vezes, dedicando parte dessa renda ao dono do site. Cutts disse que a empresa está revendo seu algoritmo para evitar esse tipo de "contaminação" dos resultados.

    2010-08-30

    Google lançará tablet próprio em novembro

    Aparelho, desenvolvido pela HTC, rodaria sistema Chrome OS e seria vendido a partir do dia 26 de novembro em parceria com a Verizon

    Fonte : Exame.com

    Imagem divulgada por funcionário do Google mostra como seria o funcionamento do Chrome OS em um tablet

    Imagem divulgada por funcionário do Google mostra como seria o funcionamento do Chrome OS em um tablet

    São Paulo - O tablet que o Google desenvolve para fazer frente ao iPad, da Apple, já tem até uma provável data para ser lançado: 26 de novembro, o chamado Black Friday nos Estados Unidos. Embora ainda não haja qualquer confirmação por parte da empresa, as especulações sobre o aparelho correm à solta desde o início do ano. O dia em que o produto chega ao mercado foi informado pelo site Download Squad.
    O Black Friday é a sexta-feira que sucede o feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos e que marca um dos momentos de maior volume de vendas no país por dar início ao período de compras natalinas. A ocasião seria aproveitada pelo Google, que pode lançar seu tablet a um custo muito menor do que o iPad por conta de um subsídio da operadora Verizon, com quem a gigante de buscas tem parceria.

    O Google já está presente de alguma forma no mercado de tablets com o sistema operacional móvel Android, que roda em diversos aparelhos. O modelo oficial da empresa, entretanto, rodaria o sistema Chrome OS. No início do ano, um funcionário da empresa chegou a divulgar imagens de como seria o funcionamento do Chrome OS em um tablet, embora a ilustração não passasse de um conceito ainda em desenvolvimento.

    Conforme já havia sido apurado anteriormente pelo site Gizmodo, o tablert teria o hardware fabricado pela HTC, a mesma companhia que criou para o Google o smartphone Nexus One, uma tentativa frustrada concorrer com o iPhone, da Apple. O Download Squad sugere as especificações do aparelho, mas ressalta que tudo não passa de especulação, já que sua fonte não detalhou todas as características. Segundo o site, o dispositivo deveria ter o chip gráfico Tegra 2, da nVidia, tela multitouch com resolução de 1280 por 720 pixels, 2GB de RAM, 32GB de SSD, Wi-Fi, Bluetooth, GPS, webcam, além de leitor de cartão múltiplo.